A colheita florestal está no centro de um setor que não para de crescer no Brasil. Em 2024, a produção florestal avançou 16,7%, número que chegou a R$ 44,3 bilhões e reforça a força de mercados como madeira, papel e celulose, biomassa e insumos para a construção civil. Os dados foram publicados pela Agência Brasil.
Para gestores que vivem a pressão diária de manter a operação rodando com segurança, produtividade e previsibilidade, esse crescimento é positivo, claro, mas também traz mais complexidade. Afinal, com mais demanda, o ritmo da colheita acelera, os volumes aumentam e os prazos encurtam.
Sendo assim, locar equipamentos pesados e contar com uma gestão de frotas inteligente pode ser uma estratégia de negócio. Quer entender melhor? Continue a leitura e saiba:
- O que é colheita florestal?
- Quanto custa um hectare de floresta?
- Quais são as etapas da colheita florestal?
- O que faz um técnico em manejo florestal?
- Quais são os equipamentos essenciais para o transporte florestal?
Aproveite a leitura!
O que é colheita florestal?
É o processo que reúne cortar, preparar e transportar a madeira até o pátio ou indústria. Pode ser feito pelo método CTL, com tudo processado no campo, ou pelo Full-Tree, que leva a árvore inteira. Exige mecanização, boa logística e atenção constante ao desempenho da operação.
Até porque, pense como seria se a máquina responsável pelo corte, por exemplo, precisar parar inesperadamente por um desgaste que ninguém detectou a tempo. Não é só um equipamento fora de operação. É caminhão parado esperando carga, equipe ociosa e um cronograma inteiro desajustado.
Em outras palavras, basta uma falha para toda a cadeia sentir o impacto. Por esse motivo, previsibilidade e controle são tão importantes na colheita florestal.
Quanto custa um hectare de floresta?
O valor varia conforme a espécie plantada, a idade, a produtividade e a distância até a indústria. Como a madeira é vendida por metro cúbico, fatores como logística, mecanização e tempo de máquina parada pesam bastante no resultado, o que influencia diretamente quanto cada hectare vale.
Ao colocar todos esses fatores na balança, o valor do hectare vai muito além da madeira em si. Por exemplo, ele depende de como a operação consegue fluir no dia a dia, sem paradas inesperadas, sem desperdício e sem retrabalho.
E é nesse ponto que a gestão de frotas faz diferença: ela ajuda a manter o ritmo da colheita, controlar custos e evitar desvios que mexem direto na rentabilidade de cada hectare.
Quais são as etapas da colheita florestal?
São as seguintes:
- Planejamento – análise do terreno, inventário, escolha das máquinas e dimensionamento da frota (podem ser apoiados por telemetria, por exemplo);
- Corte e processamento – uso de equipamentos como harvesters, com manutenção preventiva e monitoramento contínuo para evitar paradas;
- Extração e transporte interno – movimentação da madeira até os pátios, o que exige gestão de pneus, condução segura e controle de riscos;
- Carregamento e transporte rodoviário – organização das cargas, escolha do conjunto ideal e alinhamento entre campo e logística para manter o fluxo;
- Entrega no pátio – otimização de rotas e controle de ciclos.
No carregamento e transporte rodoviário, pode entrar uma das soluções mais eficientes para operações de grande volume: o Rodotrem Basculante Randon de 9 eixos (74 t). Quando bem dimensionado (desde o cavalo mecânico até os semirreboques basculantes) ele garante segurança, estabilidade e melhor aproveitamento da carga.
Sua capacidade volumétrica, que chega a 90–100 m³, permite reduzir o número de viagens em até 40%. Essa característica traz ganho financeiro direto, menor desgaste de frota e um fluxo muito mais contínuo entre o campo e o pátio industrial.
O que faz um técnico em manejo florestal?
Essas são as principais funções:
- Planeja, monitora e acompanha todas as etapas da produção florestal;
- Avalia produtividade, marca talhões e orienta práticas de manejo do solo;
- Realiza análises ambientais e fiscaliza a execução das operações;
- Dá suporte às equipes de colheita para manter ritmo, segurança e qualidade;
- Mantém diálogo constante com fornecedores de máquinas e serviços para alinhar necessidades da operação.
Com tantas frentes acontecendo ao mesmo tempo, o técnico depende de informações claras e rápidas para ajustar a operação no dia a dia. Por esse motivo, a presença de um gestor de frota dedicado é fundamental.
Esse profissional reduz burocracias, centraliza demandas e antecipa problemas que poderiam passar despercebidos no campo, como um equipamento começando a consumir mais combustível do que o normal.
Essa visão proativa dá ao técnico mais segurança para tomar decisões, otimiza o tempo e ajuda a manter a colheita funcionando no ritmo certo.
Quais são os equipamentos essenciais para o transporte florestal?
Os principais equipamentos incluem caminhões extrapesados e composições como rodotrens basculantes, que oferecem alta capacidade de carga, estabilidade e robustez para estradas severas. Com estruturas reforçadas, basculamento hidráulico e volume de até 100 m³, reduzem viagens e custos. Quando aliados à telemetria e manutenção proativa, garantem eficiência e segurança.
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Conforme mencionado, a colheita florestal é uma operação complexa, o que exige que seja bem estruturada. É dessa maneira que se evita paradas inesperadas, reduz custos e mantém o ciclo da colheita sempre girando.
Nesse sentido, priorizar equipamentos adequados, como o Rodotrem Basculante Randon de 74 t, impacta tempo, segurança e rentabilidade. E quando essa infraestrutura se soma a uma gestão de frotas inteligente, que antecipa problemas e acompanha cada detalhe do desempenho, a operação se torna mais eficiente.
E com a Addiante, você ganha uma parceira que entende sua operação, antecipa problemas e trabalha ao seu lado para garantir que sua frota entregue o máximo todos os dias. Se você quer transformar sua operação florestal com mais eficiência, segurança e previsibilidade, fale conosco e solicite um orçamento!






